Eu gostaria de escrever sobre propostas e planos de governo, ações concretas e projetos factíveis em discussão numa campanha eleitoral à presidência do Brasil.
A situação capitulou ao não aceitar participar dos debates, onde poderia
haver um confronto real de ideias, não se deixando levar às cordas,
principalmente conhecendo as limitações do adversário. Uma boa equipe de
pronta-resposta de plantão poderia potencializar bons argumentos e contestar
mentiras e factoides.
Os extremistas conseguiram sequestrar o discurso e não há espaço para o debate de ideias. A campanha se restringe ao panfletarismo, discursos de ódio, fake news... passamos do eleitoral ao criminal.
É sabido que a oposição joga bem no caos e sabe criar um ambiente
propício para direcionar o discurso para o vazio.
Ainda não surgiu uma solução para enfrentar essa orquestração
mundial, mas é como querer ser o rei do baile e não dançar porque não gosta da
música e da decoração.
É preciso usar galochas para cruzar a lama e ter coragem para
enfrentar a baixaria, a orquestração das redes e os limites cognitivos daqueles
que não veem o perigo à sua porta.
Temo que o prenúncio de uma derrota leve os extremistas à tomar
atitudes drásticas, como em 2022.
A imprensa está causando um grande mal à democracia ao não
ressaltar o caráter golpista de uma das candidaturas ligada às facções,
milícias, corrupção e ao crime organizado que flerta com o messianismo,
autoritarismo e a ditadura.
Só resta seu voto!
VOTE CONSCIENTE.

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